Filme de 2002 – Direção de Jean-Pierre Jeunet

Disponível no Netflix

O-FABULOSO-DESTINO-DE-AMELIE-POULAIN

Na verdade, não vou falar muito sobre o filme, mas sim sobre a minha visita ao café onde Amelie trabalhava, mas calma, tudo a seu tempo.

Vamos à sinopse do filme, que tirei do site Adorocinema:

“Após deixar a vida de subúrbio que levava com a família, a inocente Amélie (Audrey Tautou) muda-se para o bairro parisiense de Montmartre, onde começa a trabalhar como garçonete. Certo dia encontra uma caixa escondida no banheiro de sua casa e, pensando que pertencesse ao antigo morador, decide procurá-lo ­ e é assim que encontra Dominique (Maurice Bénichou). Ao ver que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e adquire uma nova visão do mundo. Então, a partir de pequenos gestos, ela passa a ajudar as pessoas que a rodeiam, vendo nisto um novo sentido para sua existência. Contudo, ainda sente falta de um grande amor.”

Até preciso assistir de novo, porque algumas coisas não lembro mais, do tanto de tempo que faz… 🙂

O grande lance da personagem é a sua imaginação, e todo o clima surreal que cerca a jovem personagem. E são muitos os itens que nos fazem sorrir, como a forma que ela usa o anão de jardim, para fazer o pai mudar de vida. O creme brulée que faz aquele barulhinho quando quebra, um dos pequenos prazeres de Amélie.

Este foi o filme francês mais visto no mundo até a estréia de “Os Intocáveis”, outro filme excelente.

O café fica escondido em uma rua de muito movimento, cheia de outros cafés e mercadinhos com bancas de frutas voltadas para a calçada.

Confesso que quase o perdi, descendo a rua sem olhar o gps, tive que voltar quase um quarteirão inteiro para achar o bendito, mas vale a pena, afinal continua o mesmo, tem mesmo a fotinha dela lá dentro, tem todo o clima, e sim, tem alguns turistas que vêm especialmente para pedir o creme brulée com uma xícara de café.

Sim, tem a iguaria no cardápio, mas achei muito caro, por isso fiquei só no chocolate quente mesmo.

Abaixo seguem algumas fotos que tirei lá dentro, e também da fachada.

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Rua lateral do Café
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A fachada

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Um dos muito momentos emocionantes dessa minha viagem.

As fotos são quase escondidas, pois confesso que fiquei um pouco envergonhada de ser tão turista assim, o lugar, afinal de contas, não é um cenário apenas, mas um café real, que funciona a pleno vapor. Penso que os donos não se importam, já que ficaram famosos e tal, mas sei lá, achei abuso.

Tolice minha, mas foi isso.

Dizer que amei é pleonasmo.