Produção da Fox.

1ª Temporada – estreou em 25 de janeiro de 2016, com 13 episódios.

2ª Temporada – estreou em 19 de setembro de 2016, com 18 episódios.

3ª Temporada – estreou em 02 de outubro de 2017, em andamento, com previsão de 24 episódios.

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Lúcifer cansou de ser o Rei do Inferno, abdica de sua posição, muda-se para Los Angeles e monta um club, a vida vai bem até ele ser envolvido em um assassinato e passar a ajudar a polícia como um consultor civil.

Ele se sente atraído pela investigadora Chloe, que ao contrário de todas as demais mulheres, não é atingida pelos poderes do anjo caído.

Além disso, ele está sempre acompanhado de Maze, um demonio no corpo de uma mulher, que tem a função de protege-lo.

Outros personagens importantes: Linda, a terapeuta doidinha, e Amenadiel, o irmão anjo, que quer devolver Lúcifer para o inferno, de qualquer maneira. Ah! Tem o investigador Daniel companheiro de Chloe.

Tudo isso vem de uma adaptação muito livre da série de quadrinhos Sandman de Neil Gaiman.

As duas primeiras temporadas já estão no Netflix, e vou falar, prepare-se para um humor refinado e ao mesmo tempo, bobo.

O ator Tom Ellis, com um delicioso sotaque britânico, nos diverte com um discurso livre de preconceitos ou ética, nos obrigando até mesmo a questionar a visão que temos do “Rei do Inferno”.

A maioria das vezes se comporta como um menino mimado e egoísta, acostumado a ter tudo quer, porém se apresenta com um charme e elegância, dignos de um lorde inglês

Chloe faz o contraponto, sendo a policial ética e séria, que não dá a mínima para o charme de Lúcifer, o que deixa o moço mais interessado ainda. Ela está mais preocupada em descobrir os assassinos dos crimes que investiga, e também em cuidar da filha.

Os demais personagens gravitam em torno do casal principal, acrescentando um pouco mais de drama à relação dos dois.

Na primeira temporada, as cenas mais divertidas foram com Linda, e sua relação controversa com Lúcifer. Mas na segunda temporada, gargalhei várias vezes com Maze.

Independente de qualquer coisa, poder ver uma figura tão controvertida em um papel que pretende apenas ser leve e divertido, é uma ideia sensacional. O diabo se apresenta bonito, tranquilo, e irônico, mas de uma ironia sutil. Levemente infantil, às vezes.

Seriado bom para maratonar neste feriado, sem pretensões de aumentar sua cultura ou criar grandes dúvidas filosóficas, vale a pena, e eu super recomendo.