tarantino é obrigatório sempre.
isto é um fato.
vc pode até não gostar mas tem q assistir.
eu particularmente, amo cinema, tarantino e almodovar.
bom, vou falar do filme bastardos inglórios. quem não quer saber do filme, melhor não ler porque eu conto o final. mesmo.

kkkkk

o filme acaba por falta de personagem…
mas tudo bem.
vejamos o que prestei atenção, já que a narrativa é bem violenta e me dá desespero de assistir, especialmente qdo tem uma faca envolvida.
movimentos de camera são sempre incriveis em tarantino. que coloca uns angulos meio malucos e por isso mesmo, excelentes.
a quantidade de sangue sempre é imensa.
uma cena em particular, entre a quantidade de sangue e a fumaça das armas da década de 40, só ficou no meio da cena, uma névoa vermelha.
as vezes, beira o ridiculo, e a gente ri, mas um riso nervoso, por encarar uma verdade dificil.

impecavel em algumas atuações, inclusive do pseudo-galã q nem sei o nome.
falemos de brad pitt, pq afinal ele é um dos caras.

desde o primeiro filme do brad que assisti – thelma e louise – eu presto atenção em seus sotaques.
nunca vi nenhuma entrevista com ele sobre o assunto, mas penso que, na composição de seus personagens, essa deva ser a chave.
foi assim no filme com o harrison ford – onde ele faz um jovem terrorista do IRA, infiltrado na casa de um policial norte-americano. no filme q ele nasce velhinho – o curioso caso… que já comentei anteriormente – e no Bastardos idem. tem outros filmes mas… não vou citar todos né, alias, acabbei de lembrar do serial killer, do q ele faz a morte, ixi…muitos.
um cuidado com o sotaque caracteristico da região onde o personagem está inserido.
ah! não lembro de lendas da paixão – ô filmin chato.
existe limite para romance, açucar e drama, até mesmo em um filme hollywoodiano.
voltando ao Bastardos. a historia é ótima, a teia que se forma para acabar com o nazista-mór, e todas as intrigas inerentes de um absurdo coerente. além da performance de um general lá q não lembro o nome… mas roubou a cena pra mim, não sei o nome do ator, nem lembro o nome do personagem. mas o vilão é sempre o vilão, e os melhores são os corruptos.
adorei.
o filme é um tanto amargo pra quem não entende tarantino. muito sangue. muita morte.
e um fim aparentemente sem pé.

mas muito inteligente, ironico e atual.
nota 10.